"Toda a felicidade que a humanidade possa desfrutar não consiste no prazer, mas antes, na ausência da dor."
Define-se a dor aguda como sendo um processo de dor forte e limitante. A dor crônica, pelo contrário, persiste ou recorre durante um período de tempo mais prolongado (> 3meses). A dor aguda é, frequentemente, o ponto de partida para a dor crônica.
Estudos realizados na Eurapa, mostraram que 50% dos adultos sofreram, em qualquer altura da vida, de um ou de mais de um tipo de dor.
Este tipo de dor domina a vida e as preocupações do doente, da sua família e dos amigos. A dor crônica é, geralmente, acompanhada por um conjunto complexo de alterações físicas e emocionais, que intensificam consideravelmente o sofrimento do doente.
• A falta de movimento leva enfraquecimento muscular e articular;
• Depressão do sistema imunológico e maior suscetibilidade a contrair doenças;
• Distúrbios do sono;
• Falta de apetite e alimentação deficiente;
• Dependência medicamentosa;
• Dependência exagerada da família e de profissionais da saúde;
• Utilização exagerada e inadequada dos diversos sistemas de Saúde;
• Queda de rendimento no trabalho ou incapacidade de realizar uma atividade;
• Invalidez;
• Tendência para a introversão, isolamento do meio social e familiar;
As causas das Dores Crônicas são diversas. Podem ser posturas viciosas, escoliose, obesidade, esforços repetitivos, seqüelas neurológicas, hérnia de disco, artroses, artrite, reumatismos, fibromialgia.
“Tão importante quanto reconhecer a dor crônica e todos seus sintomas físicos e emocionais é oferecer alternativas de tratamento individuais e assim mudar a qualidade de vida. Existem várias técnicas de tratamento e os resultados amplamente positivos, DOR CRÔNICA tem tratamento."
Dor
• Sofrimento
• Imobilidade/diminuição da mobilidade
• Incapacidade funcional, limitação da autonomia
• Diminuição da capacidade de AVDs
• Deformação, atrofias
• Alterações do sono
• Astenia, cansaço fácil
• Obesidade, emagrecimento (desnutrição)
• Impotência
• Baixa higiene pessoal
• Morbilidade (HTA, hipercolesterolémia)
• Iatrogenia
• Diminuição da qualidade de vida.
Ansiedade
• Medo
• Neurose (neurose de renda), depressão, dependência
• Alterações da concentração
•Diminuição da auto-estima, alteração da auto-imagem
• Perturbações do sono e humor
• Agressividade, intolerância
• Comportamentos psicóticos, sentimento de desesperança, revolta
•Alterações sexuais(diminuição do desejo; insatisfação; sentimento
• Sensação de doença
• Excessiva valorização (pensamentos catastróficos) ou desvalorização
• Não aceitação das limitações associadas
• Isolamento
• Intolerância ao cuidador
• “Dor que seja por conta dos meus pecados”Dor faz parte da condição humana / conforto religioso:
Diminuição do desejo
Impotência
Insatisfação
Diminuição da produtividade
Alteração da relação com a entidade patronal e com os colegas
Diminuição da produtividade
Risco de perda de emprego
Reinserção profissional
Aumento das incapacidades funcionais e respectivos problemas de
Barreiras ergonómicas
Entidade patronal e as empresas seguradoras
Aumento do conflito médico-doente na sua relação com a sua